quinta-feira, 19 de março de 2009

QUATRO COISAS SOBRE MIM...

Recebi um e-mail da Fabi tendo que responder as questões abaixo e reenviá-lo a ela e para os meus amigos. Como eu sei que ela vem aqui, estou respondendo no blog. Agradeço aos que vão responder também.


Mas o pior é ter que escolher só quatro respostas de cada coisa. Eu teria vááááááárias.


QUATRO TRABALHOS QUE TIVE EM MINHA VIDA:

1- Professora na escolinha Trenzinho da Alegria
2- Professora da escolhinha FAzendo e Acontecendo
3- Locutora/apresentadora da Rádio ABC 900
4- Locutora/apresentadora da União FM

QUATRO LUGARES EM QUE VIVI:

1- Novo Hamburgo - Jardim Mauá
2- Novo Hamburgo - Petrópolis
3- Atlântida Sul
4- Porto Alegre

PROGRAMAS DE TV QUE ASSISTIA QUANDO ERA CRIANÇA:

1- Bambalalão
2-Carrossel
3-Bozo, Vovó Mafalda e Papai Papudo
4- Chaves

PROGRAMA DE TV QUE ASSISTO:

1- Todas as novelas que tiverem disponíveis. Da tarde, das seis, das sete, das nove. Amo novela.
2- Globo Esporte
3- BBB
4-CQC

QUATRO LUGARES EM QUE ESTIVE E VOLTARIA:

1- Fortaleza
2- Canasvieiras
3- Rio de Janeiro
4-Goiânia

FORMAS DIFERENTES QUE ME CHAMAM:

1- Loron
2- Loira
3- Dol
4- Fabiane (hauhauahua...sacaneei)


QUATRO PESSOAS QUE SEMPRE ME MANDAM EMAIL:

1- José Maurício
2- Lívia
3- Luana
4- Elo

QUATRO COMIDAS FAVORITAS:

1- Camarão
2- Sushi
3- panqueca do Alemão
4- milho de praia

QUATRO COMIDAS QUE ODEIA:

1-polenta mole
2- nhoque (sei lá como se escreve?)
3- Ervilha
4- milho em lata

QUATRO LUGARES QUE GOSTARIA DE ESTAR AGORA:

(detalhe: tudo com o meu amor)

1- Disney
2- praia com sol
3- Fortaleza
4-Naquelas ilhas que estão sob risco de serem tomadas pelo mar (deu branco!!)

QUATRO AMIGOS QUE CREIO QUE ME RESPONDERÃO:

1- Elo
2- Fabi
3- Pedro
4- K-tinha
5-Mariana Pessin
6-Fe
7-Anitz
8-Lívia Pima
9-Luana
10-Kátia
11-Tailinha
12-Paulo
13-Márcio
14-Pri


Claro que eu tinha que colocar 14 em alguma coisa...


Foto do Rio, Forte de Copacabana... duas piriguetes do meu coração estiveram lá e fizeram coraçãozinho pra mim. Por que será que eu amo tanto a Elo e odeio tanto a Mari?!?!?!??!?!?!?!


beijos

quarta-feira, 18 de março de 2009

JÁ ESTOU VOLTANDO...


AGORA SOU GENTE NOVAMENTE.

TENHO INTERNET DECENTE EM CASA...

E VOU PODER, NOVAMENTE, PIRIGUETEAR COM AS LETRAS. OU SERIA DRIBLÁ-LAS?!?!?


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

ENTÃO...

FÉRIAS...
VOLTO DIA 9 DE MARÇO.
SE DEUS QUISER, COM MUITAS HISTÓRIAS PRA CONTAR...
AGUARDO VISITAS EM ATLÂNTIDA SUL...
LIGAÇÕES PRA FOFOCAR...
MENSAGENS DE OIZINHO...
E OS PRESENTES DAS AMIGAS BOMBANTES QUE VÃO VIAJAR SEM MIM...

ME AGUARDEM AÍ...

BEIJOS

D2

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

MEU EU NOS OUTROS...

Eu sei que vocês já devem estar enjoados... as vezes parece que eu também estou.
Mas não...
Quando percebo, me pego assistindo ao dvd de novo. Entrando no site pra saber se não tem nenhuma notícia que ainda não sei, bisbilhotando as fotos novamente.
Pode parecer coisa de adolescente, mas acho que admirar alguém não depende da idade.
Desde pequena sempre me vi diante de pessoas que eu gostasse muito. Colecionava coisas, tentava de tudo para chegar perto, me emocionava quando as conquistas deles eram tão importantes quanto se fossem minhas.
Foi assim com a Xuxa. Sim, porque enquanto todas as minhas amigas sonhavam em ser paquitas... eu queria ser a Xuxa. E tinha microfone dela, botas, sandálias que vinham com badulaques, xuquinhas de cabelo, toda coleção de discos...
Lembro que quando eu ganhei o primeiro LP dela era dia das crianças. Teria um festão no Ana Néri, colégio onde estudava, e quem tivesse discos em casa, poderia leva-los para que o Cléo, animador dos festões, pudesse tocar. Levei toda faceira o meu, mas ninguém conhecia as músicas dela e ele se negou a coloca-lo na vitrola. Dias depois, buuuuuuuuum, Xuxa estourou de vez, e eu era a única criança do bairro que tinha o tão concorrido disco dela.
No juntávamos todos na ruazinha Arapeí, a mais concorrida pela molecada da vila, e dançávamos ali mesmo, todas as coreografias, no meio da rua. O Toco, filho da vizinha Mercide, colocava no som dele pra gente, porque as caixas davam direto pra rua, e ficava uma festinha bombante pra gente...
Eu também amava o Trem da Alegria. Era apaixonada pelo Luciano. Então um dia eles vieram tocar na Fenac. Nossa, quanta ansiedade para vê-los... uma semana sem comer direito, sem dormir direito, sem estudar direito... só pra ver o Luciano. E, na hora do show, ele foi o único que não veio porque estava com febre. Hauhauahua
Os anos passaram e daí o vôlei virou minha paixão. Meu pai tinha que me trazer da praia para vê-los em quadra nos ginásios lotados da Frangosul. Camisas, faixas, pastas que guardo até hoje... fitas e fitas de vídeo com tudo que aparecia na tv gravadíssimo, pra poder olhar um milhão de vezes depois, de novo...
O Paulão, meu grande ídolo do ataque e defesa, hoje é meu colega de trabalho em alguns jogos... e eu queria me enfiar num buraco quando meu pai contou tudo pra ele. Que eu tive que tomar remédio pra parar de chorar no dia em que ele casou(e que não foi comigo)... que o nome do nosso cachorro era o mesmo do dele, Clark, só porque eu tinha que fazer tudo igual ao camisa 5 da seleção campeã de tudo.
Não sei porque eu fui gostar tanto de Victor e Léo. Minha amiga Fernanda está de prova que eu primeiro conheci a música, e só depois fui ver quem é que cantava. Na verdade, quem me conhece sabe que eu sou a pessoa que mais presta atenção nas letras de música do universo... de todos os estilos, de todas as tribos, de melodia em melodia... o que me traz uma mensagem bacana ou que fala sobre algo que eu sinto ou já senti também, estou lá para admirar.
Quando ouvi a música deles Meu eu em você, eu pensei: nossa! Tudo que uma pessoa sonha em ouvir de alguém... tudo que uma pessoa quer ser para alguém... está tudo nessa música!!!
Fernanda me mandou a canção e eu comecei a ouvi-la, ouvi-la, ouvíla, ouvi-la... até que meu pai chegou no quarto e disse: ah que tu gosta das minhas músicas?!?!/ (meu pai é fã daquele sertanejo de moda de viola que a gente grita socorro as vezes!!!). E eu, como assim tuas músicas?!?! Seu Banga me pegou pela mão e levou até a sala... ele já tinha o CD e o DVD do Victor e Léo há muito tempo. Foi só aí que eu descobri como era o rosto deles, como eles eram pessoalmente. Logo, não é porque estão na moda ou porque são bonitos... desde 2007 acompanho o trabalho daquelas vozes... que só se materializaram muito tempo depois de eu já gostar deles.
Mas hoje meus ídolos de agora me surpreenderam novamente. Estava assistindo pela primeira vez o meu dvd em espanhol da dupla. Entre os adicionais, está um curta, um vídeozinho com um resumo da carreira deles, contada pelos próprios.
Acho que chorei umas oito vezes, na meia hora que o filme tem. Mas, com certeza, a hora em que mais correram lágrimas, foi quando pedem para um definir o que o outro significa para eles.
Léo não consegue definir, chora e diz, “meu irmão é a única coisa que me completa”.
Victor, o poeta, autor da maioria dos sucessos, vai além... “meu irmão é a voz que eu não tenho, e que canta por mim... e é o silêncio que me faz falta, que se cala por mim...” fazendo referência que o irmão é muito mais tímido do que ele.
Talvez eu esteja sendo bobalhona demais, mas eu nunca tive um irmão e sempre sonhei em ter. Mas não foi só por isso que me emocionei. Emocionei porque achei ali uma explicação para aquilo que buscamos nos ídolos, nas pessoas que admiramos...
Eles são aquilo que a gente não conseguiu ser, mas dividem conosco os talentos que não tivemos, para nos sentirmos, de alguma forma, completos.
Com a Xuxa linda descendo da nave, eu me sentia linda também dançando na ruazinha... porque eu me imaginava ela.
Com o vôlei sendo campeão, eu me sentia campeã também, feliz tanto quanto eles, porque eles estavam jogando por mim, e vencendo por mim...
Com as vozes que encantam, me realizo igualmente, porque vejo que tem muita gente em meio a multidão, que ainda presta atenção nas letras, e se emociona, tanto quanto eu...

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

"NÃO SEI DIZER, O QUE MUDOU...






...MAS NADA ESTÁ IGUAL..."


Não sei explicar o que vivi...
Não me lembro de muita coisa.
Só que eu tremi muito antes de entrar no camarim... que fui a única repórter a entrevistá-los antes do show... que eles me trataram muito bem, perguntaram se eu queria comer alguma coisa, gravaram comigo a chamada do Bom Dia que foi ao ar, ontem, no intervalo da novela, que nem são tão bonitos pessoalmente... mas são eles.
A maior emoção?!?! Estar lá nos camarotes, vendo a dupla apenas pelo telão de tão longe, e escutar eles citando uma pergunta minha em meio ao show. "Hoje, uma pessoa nos perguntou...porque sempre passamos uma mensagem a cada resposta que damos.."
Saí de lá e dei um grito tentando botar tudo pra fora... era uma confusão dentro de mim... agora passou! ehehehe
Lá nos camarins vi TODOS OS MÚSICOS, nenhum teve importância alguma. E olha que há anos eu amava o Rogério Flausino... lá, nem tchum pra ele.

Certo que foi minha fada, com sua varinha de condão, que me ajudou a ter uma noite tão iluminada...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

HERDZVITZ GIRLS...

Acho que está na hora das minhas amigas se reciclarem...
Zerarem o cronômetro e deixarem as malas antigas pelos caminhos. Aquelas malas, que não levaram a destino algum...
Se distanciar daquilo que não nos faz bem, é o primeiro passo. Enquanto estamos mergulhados no problema, e aceitando todos os limites serem ultrapassados, acabamos nos acostumando com o mal que eles nos fazem, e achamos que, se conseguimos viver isso até agora, vamos continuar conseguindo.
O que escrevo não foge da lógica, mas acredito que só conseguimos diferenciar o que vale realmente a pena, quando aprendemos que todas as experiências vividas, serviram apenas para aprendermos com ela... e não nos conformarmos com ela.
Sempre as mesmas criaturas carimbadas, mesmas histórias de faz de conta (faz te conta que eu te falo a verdade! faz de conta que tu acredita!!)...tudo vira a mesma coisa, tudo banal, sem levar a nada nem a lugar nenhum... então não dá pra esperar algo diferente senão esse vazio que não se afasta desses corações que insitem em pulsar de maneira errada.
As vezes, ficar sozinha pode parecer pouco, mas pode ter certeza que é muito mais do que estar acompanhada e não ser ninguém pra quem está contigo. E nem ver na pessoa, alguém pra tua vida.
Os dias que passam, as vezes, nos dão o recado. Pedem que se exclua, jogue fora, passe por cima de quem nada tem a te oferecer...
Porque não agora?!?!?!?

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

FIDELIDADES BOBAS...

Eu sou uma pessoa muito fiel as coisas que gosto.

E nem estou falando de relacionamento e amizade. Isso não há dúvida de que se pode colocar a mão no fogo por mim.

Me refiro a coisas desnecessárias mesmo.

Por exemplo:

Eu jamais... disse jamais... consigo ir a uma sorveteria sem colocar uma bola de sorvete de maracujá no meu potinho. Se tiver moranguinho naquelas tigelas de bobagens que se coloca em cima dos vários sabores, melhor ainda. Adoro o azedinho do sorvete de maracujá, com o azedinho da fruta moranguinho. Daí coloca aquela calda de chocolate que endurece e, pimba, fica supimpa!!!

Azar que tem sorvete de nozes, de negresco, de napolitano, de uva, e leite condensado... eu também gosto de todos esses. Aqui na capitarrr tem aquela sorveteria de shopping que tem o de profiterólis, que eu também amo de paixão. Mas nada se compara a bolinha amarela do maracujá. Sou fiel a ela.

Daí parto para a linha dos crepes e das panquecas (vejam que é só em comida que a gorda fala!!!). Eu vou na panqueca do alemão desde que estava no primeiro dia de aula da Unisinos. Pra quem nunca foi, recomendo... é uma das maiores delícias que já inventaram. Me pergunta qual foi a primeira panqueca que comi na história da minha vida e a resposta será: de strogonoff com queijo e requeijão. E a doce?? Chocolate ao leite com moranguinho. De lá pra cá, só mudo o endereço da panqueca, que tem na Uni, em São Léo e aqui em poa. Há quase dez anos, os mesmos sabores, sempre.

O crepe de palito só como na praia. E nada de mudar a rotina de todos os verões. Salgado, de coração com queijo. Doce, de prestígio. Passam as estações, voltam os dias de calor, e nada de mudar a rotina de ir sempre no mesmo ponto do cardápio.

Quando vou no zimbábue: sempre pizza caprese.

Quando vou na Fcatory: sempre a taça gigante de clericot.

Quando vou no Madras e no Jimbaram: nada diferente senão minhas caipiras de morango.

Saindo dos comes e bebes, vou pro cinema. Não posso trair o meu estilo favorito, o das comédias românticas. É incrível como gosto daquela coisa água com açúcar, sempre com finais felizes, que enriquecem mais e mais, a cada dia, a Cameron Diaz, a loirinha do Legalmente Loira, e a Catherine Zeta Jones (com o desconto de que não sei escrever o nome de nenhuma!!).

Eu até assisto os outros filmes, mas gosto mesmo é da leveza dos romancezinhos que não me estressam diante da tela, nem me deixam com medo, nem me fazem chorar... apenas, acontecem.

Seriados?!? Podem ter vários bacanas. O único que me esforço pra não perder um capítulo sequer é o Lost. Danem-se os outros.

Acontece que nem sempre o sorvete de maracujá é bom na sorveteria que fui. Nem sempre a champagne do clericot me agrada, nem sempre o crepe de coração está apetitoso. Há lugares que as mãos que trabalham em função da minha gula, não conseguem chegar ao ponto certo do meu gosto.

Outros sabores, outras bebidas, outros filmes, estão ali, se oferecendo pra mim... mas eu sempre olho de canto os meus favoritos. E mesmo que o jogo de sedução seja forte, sempre sou vencida por aquilo que me agradou desde a primeira vez que comi, tomei, assisti. É como se eu não pudesse trair aquilo que gosto... como se devesse fidelidade a quem me fez feliz.

MArtha Medeiros, sempre ela, escreveu que "como é difícil desapontar-se com quem a gente gosta. Porque gostar, seja do que for, é uma relação de fidelidade". Por isso que se naquele lugar, aquilo que gosto não está tão bom quanto foi em outro, mudo o local, não o pedido.

O novo Cd do Victor e Léo não chega nem aos pés do ao vivo. Mas eu gosto tanto deles, que até das músicas que não gostei, acabei gostando. Se é que me fiz entender. Porque gosto é da essência deles, não apenas do sucesso deles.

Ou alguém me oferece novas possibilidades de trocar meus costumes por novas aventuras, ou eu vou seguir sendo tão fiel nas coisas bobas, quanto sou nas coisas sérias!!!!



*Só não venho atualizar mais vezes porque o Pedro não para em casa pra eu usar a internet dele.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

MAS DAQUI HÁ UM MÊS...


Sabe criança que não sabe contar o tempo?!?

Que não sabe quanto falta pra chegar o sábado?!?

Que não sabe quanto falta pra ser de noite?!?

Que conta os dias que tem que dormir, esperando o aniversário?!?!

Pois é, pareço uma.

Assim, de bobeira, a primeira quinzena de 2009 já passou, e eu já nem lembro o que estava fazendo em 15 de dezembro, ali, um mêzinho atrás...

Ta bom!! Tu também não lembra, aposto!

Mas daquele 15 de lá, até o 15 de cá, fiz um tantão assim de coisas... umas que já cairam no esquecimento, outras que vão ficar guardadas pra sempre (mas ainda não posso contar!). Quem sabe daqui quinze dias, ou o dobro disso.

E assim como fiz, também deixei de fazer.

Fui jantar com a parte que ainda existe de uma galerinha que eu nunca esqueço... me senti uma anã perto dos gigantes de 2m14 do nosso vôlei... passei o Natal longe da família e choreeeeeeeeeeei... conheci grande parte da minha nova família que, se Deus quiser (e ele já quis!!) vai ser minha pra sempre... joguei stop, imagem & ação e até dorminhoco com rolha (não levei nenhuma rolhadaaaa, fui a líder!!!) em um feriadão que só choveu na praia... não fui a nenhuma festa nesse meio tempo. Não tomei nenhuma tequila, nem caipira de morango, não dançei até cansar. Não me escrevi na aula de dança, mas estou indo na hidroginástica. Só como doces em quartas e sábados, mas aprendi a fazer a torta mousse de chocolate da Lívia. Não fiz limpeza de pele, mas meu cabelo está hidratado. Não fui no show da Madonna, mas sei tudo sobre a Maysa. Não tenho mais o ANDANÇAS E LEMBRANÇAS, mas resolvi seguir DRIBLANDO AS LETRAS... tudo nesse um mês que já não existe mais, senão na memória.

E agora tenho que esperar um outro tanto desses.

Um mês ainda...

Como eu queria acelerar a arrancada da folha do calendário... fazer do embrião, logo feto... fazer a lua ficar cheia de novo, correndo, já no mês 2 do ano.

Ainda não há planos para o que está por vir.

Vou deixar os dias me levarem, já que a vida (e a conta bancária!) não permite que eu sonhe tão alto, assim, tão cedo.

O ano passou e eu cansei. Outro começou e sigo cansada.

De um mês pra cá mais ainda. Foram um conjunto de dias que eu precisava ser três pra conseguir fazer tudo que o coração queria e que a razão exigia.

Não deu.

E cá estou eu dando voltas junto com o ponteiro do relógio...

PORQUE DAQUI HA UM MÊS...

Eu estarei de férias!!!!


terça-feira, 13 de janeiro de 2009

A COMPANHIA DE QUEM A GENTE AMA...

Quem foi que disse que estar namorando é sinônimo de isolamento?!?
Que estar com alguém é motivo para esquecer todos os outros que sempre nos amaram?!?
Não consigo e nunca consegui me imaginar na situações em que algumas pessoas que eu conheço vivem.
Namoram e só guardam tempo para as amigas quando o moço em questão tem algum outro compromisso.
E olha que nem precisa de um relacionamento sério para priorizar os desejos do rapaz e, só então, pensar em dedicar tempo aos amigos.
Eu sei que quando estamos comprometidos, tudo gira em torno daquela pessoa que nos faz tanto bem. Então porque não tratar de aproximá-la daqueles que já estavam na nossa vida quando esta chegou, e que já eram donos de parte do nosso coração também?!?!
Talvez eu seja uma exceção, mas não consigo me imaginar saindo de casa para uma festa sem estar rodeada pelos meus amigos. Não consigo pensar em me divertir, sabendo que tem alguém que eu gosto, sozinha em casa, a espera de um convite para se divertir também.
Acho que nenhum romance se sustenta na solidão do par. Pra mim, o espaço a dois, quando é nos momentos certos, é que faz o encontro a sós especial.
Lembro que um dos meus melhores amigos, Léo, começou a namorar a Jamile, ex dele, quando eu estava solteira. Antes disso, eu e ele éramos parceiros pra tudo. Cinema, festas, indiadas, passeios de fusca, Silvio Santos nos domingos a tarde, chimarrão olhando pro nada, shows bombantes da Vide Bula e festas em que ele era o pop star da mulherada que me odiava, achando que eu tinha algo com ele. Nunca tive, sempre fomos irmãos.
Pois quando ele começou a namorá-la eu estava sozinha. E ele me chamava pra ir no shopping com os dois e dava a mão pras duas. Fomos no show dos Titãs e ele estava abraçado nas duas. Sempre pensando em não me deixar de lado, ou cuidando para eu não me sentir menos amiga, menos protegida, diante de alguém que ele encontrou para amar de uma maneira diferente do que o amor de amigo, quase irmão.
Claro que no início ela não gostava. Acho que eu também não gostaria se estivesse no lugar dela... mas jamile entendeu que eu não era uma concorrente. Era apenas a prova de que a pessoa que ela escolheu para amar, era realmente especial.
Aquilo foi uma lição pra mim... sempre vou levar comigo as cenas de uma amizade verdadeira e, que, mesmo que hoje esteja distante, me remete a uma alegria sem tamanho, porque sei que ele esteve bem mais perto um dia e foi o amigo que tão bem cuidou de mim.
Talvez por isso eu pense que tenha que fazer o mesmo.
As fotos que vocês estão vendo aqui são de pessoas que amo e que adoro compartilhar uma conversa jogada fora, um cinema, uma festa, um chimas na tarde de domingo. Eu, meu amor, e elas... e olha que são apenas dois exemplos. Poderia encher esse post de fotos.
Não deixem para fazer valer grandes momentos ao lado dos amigos apenas quando estão sozinhos. A amizade verdadeira, é bem maior do que as aventuras da solteirisse.
No filme Sexy and the City que assisti ontem eu vi mulheres solteiras, casadas e separadas... um quarteto que larga filho e marido pra ficar ao lado da amigona que ficou na pior. Nenhuma delas deixa de viver a vida individualmente, com seus queridos, mas sempre acham tempo para um encontro com as parceiras de sempre. Sem ser menos felizes no amor por isso.
No ano que passou tive lições de que nem sempre podemos esperar o mesmo das pessoas. Me magoei, fiquei triste, mas deixei de lado quem me tinha como importante apenas nos momentos oportunos.
Não quero ser bengala... e servir apenas quando falta o equilíbrio. Quero estar junto, segurando a bandeja, para tentar balancear alegrias e tristezas, de todas, com ou sem par.
E venham todos... quero todos bem perto. O meu amor se renova quando olho pro lado e sei que todas as pessoas importantes estão por perto... e que eu, estou perto de todos, o tempo que dá...


segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

SETE VIDAS...

Não sei se sou eu que estou com o coração tranquilo, mas acho que fui uma das únicas mulheres que saiu do cinema sem chorar após ver Sete Vidas, filme com Will Smith, em que ele interpreta um personagem que ocasiona um acidente de carro onde sete pessoas morrem.
Era engraçado os maridos, namorados e amigos, esperando de pé as acompanhantes se recomporem, para não passar vergonha no shopping.
No filme ele não sossega antes de ajudar sete pessoas a continuar vivendo, das mais diferentes maneiras.
Não vou contar aqui porque não quero estragar a supresa de quem ainda não viu (mas deve ver, é uma ordem!!!!).
Saí da sala pensando...acho que esse deveria ser o destino de todas as pessoas que acabam com a vida de alguém: ajudar outro a sobreviver. Não da mesma maneira que o personagem dele no filme, mas existem tantas outras...
Eu sempre pensei que se Deus tivesse que escolher entre me fazer atropelar e matar alguém, que me tirasse a própria vida. Jamais eu conseguiria lidar com a responsabilidade de ter feito o coração de alguém parar de bater.
Em menos de duas horas, aquela telona me fez pensar que muitos dos que estão presos dentro de uma cadeia, ou presos nas lembranças de alguma barbárie cometida, deveriam ter como tarefa colaborar com a sobrevivência de alguém, como punição.
Talvez menos mortes seriam constatadas... e talvez menos vidas estariam entregues ao destino pro não ter mais nenhuma esperança de sobrevivência.
Então, como disse no início... me emocionei, mas não chorei.
Aliás, eu sei que vocês vão rir. Mas a última vez que saí chorando (mas de soluçar!!!!) do cinema, foi quando vi Os Filhos de Francisco. hihihi
Só que, em casa, chorei de as lágrimas pingarem por tudo... assitindo P.S. Eu Te amo...
Será que vocês podem me contar qual foi o último filme que choraram?!?!?